segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

10 coisas para NÃO se fazer em Paris


Da mesma forma que Rive Gauche sempre apresenta, ao final do ano, uma lista com as 100 coisas que você precisa fazer para poder se considerar um “parisiense de adoção”, também apresentamos uma lista com as 10 coisas para não se fazer em Paris e o seu porque. Vamos à lista:

1) Não faça compras na Avenues des Champs-Elysées: a via já pode ter sido a mais bela avenida do mundo, mas que hoje foi invadida por cadeias globais de lojas de moda, como H&M, Zara, Abercrombie, cinemas multiplex, concessionárias de automóveis e uma turba de adolescentes indo e vindo, para cima e para baixo.

2) Não se deslumbre pela alta gastronomia: Paris tem quase 70 estabelecimentos com Estrelas no Guide Michelin Rouge, sendo portanto, um paraíso para os gourmets de todo o mundo. Mas além da muita pompa e circunstância, na grande maioria desses tradicionais e requintados restaurantes, os preços são estratosféricos.

3) Não passar o dia no Louvre ou no d'Orsay: são os museus mais famosos de Paris e neles estão algumas da mais famosas obra-de-arte de todo o mundo. Mas não pense nem por um segundo que são suas melhores ou mesmo as suas únicas opções. Paris tem muitas outras opções de museus, municipais ou nacionais e sem as angustiantes e enormes filas para se entrar e também sem as multidões que irão, com certeza, prejudicar a sua experiência.

4) Não assassine a moda ou o estilo: em Paris, mesmo nos dias de canicule, nem pensar em usar shorts ou bermudas, a menos que você realmente queira ser tratado como um turista qualquer e, como diriam os franceses, ça ne se fait pas. Outra dica é: deixe os reluzentes tênis brancos em casa, também porque, como regra geral, os parisienses evitam se vestir como se fossem correr na praia ou escalar os Alpes no inverno. Por outro lado, também não exagere na produção só porque você está indo para a capital mundial da moda.

5) Não abuse dos táxis: Paris definitivamente não é Rio ou São Paulo: aqui os táxis são ainda mais difíceis de conseguir e quase nunca se consegue pará-los na rua, sendo necessário fazer filas (enormes, às vezes) em pontos como os de ônibus ou agendá-los com antecedência. Outro ponto negativo é que a tarifa é alta e por muitas vezes as ruas ficam bloqueadas por carros ou furgões que param em fila dupla e aí seu taxímetro sobre aos píncaros.

6) Não procure um ambiente intelectualizado na Rive Gauche: é verdade que Sartre e Simome podem ter amado o Les Deux Magots ou o Café de Flore e que Picasso e Hemingway podem ter almoçado ou jantado no La Coupole ou na La Closerie des Lilas mas esses dias acabaram e atualmente esses locais só servem aos turistas e cobram bem cara para isso. Mas, com sorte, talvez você possa escutar alguém filosofando sobre a imoralidade de se cobrar 16 Euros por torradas com manteiga e um suco de laranja.

7) Não perca tempo subindo a Tour Eiffel: imagine que em 2010 quase 7 milhões de pessoas subiram ao topo da torre, o que não é uma coisa simples: filas de quase duas horas para comprar, mais vinte ou trinta minutos entre o chão e as trocas de níveis e elevadores até o topo – sem contar as mesmas filas para descer. E tudo isso para chegar lá e perceber que a vista, apesar de muito ampla, é bem monótona, já que a cidade é muito plana e toda muito uniforme, à exceção de um ou outro monumento que pode ser avistado.

8) Não reserve o hotel mais barato: encontrar um hotel decente em de Paris por um preço razoável pode levar até mesmo os mais experientes viajantes à beira do desespero: a grande maioria dos hotéis são incrivelmente caros. Mas pior ainda é achar que fez um excelente negócio e se descobrir numa espelunca longe de tudo, sem elevador, sem staff, sem ar condicionado ou mesmo sem calefação.

9) Não se entupa de croissants ou baguettes: todos nós sabemos sobre as virtudes de ouro das boulangeries francesas, mas há um mundo inteiro de outros sabores esperando para serem descobertos e sempre, na sua grande maioria, com preços justos e espalhados por pâtisseries em toda a cidade.

10) Não se baseie em estereótipos: todos sempre escutamos que os parisienses são grosseiros e que em Paris os garçons são mal-humorados, que os vendedores são inúteis, que todos são esnobes e retraídos. A verdade é que os parisienses são mais reservados do que a maioria dos brasileiros e que são mesmo menos suscetíveis a ser tornarem nossos melhores amigos em apenas meia hora e que não faz parta de sua cultura distribuir sorrisos e perguntar como podem ser úteis o tempo todo nas lojas, portanto, não retribua isso com grosseria de sua parte.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

100 coisas para se fazer em Paris


Rive Gauche sempre apresenta, ao final do ano, essa lista com as 100 coisas que você precisa fazer para poder se considerar um “parisiense de adoção”.

Uma “to do list” que vai muito além da inescapável subida à Tour Eiffel ou a um passeio pelas ruas da Île de Saint Louis saboreando um cornet Bertillon.

Aliás passa muito longe dos clássicos como passar um domingo no Marché aux Puces, subir para Sacre Cœur pelo funiculaire, andar na Grande Roue de Paris, descer a Tour Eiffel pelas escadas, pegar um Bateau-Mouche, fazer seu portrait por um caricaturista da Place du Tertre em Montmartre, andar no andar de cima daqueles ônibus de turistas ou mesmo ficar dando voltas e mais voltas para estacionar o carro.

Vamos à lista, revisitada:

1. Jantar no Tokyo Eat (16ème) sem entrar pela porta do Palais de Tokyo
2. Tomar café da manhã no terraço do Café Marly (1er), um dos muitos “Costes”
3. Sentar à mesa no l’Astrance (16ème)
4. Fazer uma festa de despedida no Train Bleu, na Gare de Lyon (12ème), sem viajar para lugar algum
5. Jantar em uma das mesas do lado de fora da Lipp (6ème), de preferência ao lado de uma celebridade
6. Tomar uma sopa de cebola em Les Halles (1er)
7. Tomar um sorvete de casquinha comprado na matriz da Maison Bertillon (4ème)
8. Se deleitar com um Paris-Brest de Philippe Conticini, da Pâtisserie des Rêves na Rue du Bac (7ème)
9. Ter prazer em encher seu carinho de compras na la Grande Épicerie du Bon Marché (7ème)
10. Ter sido seduzido pelo macaron de caramel au beurre salé do Ladurée (8ème)
11. Tomar um chá de menta na Mesquita de Paris (5ème)
12. Almoçar uma verdadeira refeição tamoul no Pooja (10ème)
13. Comer uma costela – para dois – às seis da manhã no Denise, na La Tour de Montlhéry (1er)
14. Acreditar que está em Nova York ao desfrutar um club sandwich no Harry's Bar (2ème)
15. Encomendar uma tábua de queijos na Marie-Anne Cantin (7ème)
16. Gastar uma manhã inteira em um domingo no marché bio do Boulevard Raspail (7ème)
17. Almoçar um bento no Kunitoraya 2 (1er)
18. Brindar com vinho da Fête des Vendanges de Montmartre, no início de outubro (18ème)
19. Comer falafel no l'As du Fallafel, na Rue des Rosiers (4ème) em um domingo
20. Gastar 80 € por um frango assado – para dois – com fritas no l’Ami Louis (3ème)
21. Saber onde comprar flores e comer ostras no Marché de Rungis (Val-de-Marne)
22. Comprar seu chá favorito numa das várias lojas dos Mariage Frères
23. Fazer um piquenique na Pont des Arts (passarela sobre o Sena, ligando o Institut de France e o Louvre)
24. Acreditar que está em Beyrouth ao comer um sanduíche libanês na Avenue George V (8ème)
25. Comer no New Nioullaville (11ème) para comemorar o Ano Novo Chinês
26. Tomar um café no Flore (6ème)
27. Saborear um "plateau" de ostras BB no La Coupole (14ème), sentado como um habitué nos bancos vermelhos (mas não nos da varanda, é claro)
28. Ser capaz de jurar que a cabeça do novilho é do Apicius (8ème)
29. Beijar seu amor no Quai ou no Port de la Tournelle, na margem do Sena, é claro
30. Pedir um cocktail da mesma cor dos olhos de sua companhia no bar Hemingway do Hotel Ritz (1er)
31. Passar a noite no Hotel Chopin na Passage Jouffroy (9ème) para namorar
32. Conseguir gravar o seu nome e o nome do seu amor na parede das catacumbas (14ème)
33. Jogar cartas e tomar champagne no convés de um Bateau-Mouche para apreciar as luzes da cidade
34. Combinar um encontro, ao menos uma vez, à de Notre-Dame, na fontaine Saint-Michel ou nos degraus das escadarias da Opéra Garnier
35. Beber algo no Bourbon, atrás da Assemblée Nationale (7ème), ao por do sol
36. Passear no Père Lachaise (20ème) e visitar os túmulos de Jim Morrison e de Oscar Wilde
37. Descer aos Esgotos de Paris (7ème) e sentir seu odor
38. Correr nas Tuileries (1er) ao amanhecer
39. Dar voltas em torno da Place des Vosges, tentando descobrir onde fica o apartamento de Jack Lang, de Maître Binoche e o de DSK
40. Ir até o parque de Bartabas em Aubervilliers
41. Fazer parte de um dos passeios em patins por Paris
42. Vagar pela cidade durante a Nuit Blanche
43. Comprar um passe de Vélib
44. Pegar as escadas rolantes do Beaubourg (4ème)
45. Admirar as vitrines de Natal dos grands magasins
46. Ter procurado o Café des Deux Moulins, na Rue Lepic (18ème), pensando na Amelie Poulain
47. Se perder na estação de Chatelet-Les Halles (1er)
48. Andar pela Rue St. Honoré (1er) e ver suas vitrines sem gastar um centavo
49. Ser confundida com Shirley MacLaine em Irma la Douce (de Billy Wilder) ao passar pela Rue Casanova (1er)
50. Perder a baldeação na estação Michel-Ange-Molitor e ter que fazer meia volta por nada pela linha 10 do Metrô
51. Assistir ao desfile em 14 de julho nos Champs-Elysees (8ème)
52. Brincar com um barco de controle remoto nos lagos dos Jardins du Luxembourg (6ème) ou des Tuileries (1er)
53. Ver os velhos crocodilos no Palais de la Porte Dorée (12ème)
54. Conseguir acabar de ler um livro em uma das cadeiras verdes (se disponível) no Jardin du Luxembourg (6ème)
55. Conseguir uma entrada para uma soirée de Almodóvar ou de Lynch no Champollion (5ème) ou para uma jornada de Star Wars no Grand Rex (2ème)
56. Insultar todos os táxis que passam ocupados
57. Ir um uma caserna dos bombeiros para dançar em um Bal de Pompiers, na noite de 14 de julho
58. Esperar a Tour Eiffel piscar no restaurante do Théâtre de Chaillot (16ème), durante o intervalo
59. Tomar uma bebida no Canal Saint-Martin (10ème), entre duas partidas pétanque
60. Dançar ao som de DJ no Batofar, Quai François Mauriac / Port de la Gare (13ème)
61. Dançar nos clássicos salões do Maxim's (8ème) nas sextas-feiras das soirées Belle Époque
62. Apostar em uma corrida de trote no Hippodrome Paris-Vincennes (12ème), em uma noite de inverno
63. Ser barrado no Chez Castel (6ème)
64. Caminhar para casa, de manhã cedo, por falta de ônibus e metrô
65. Esperar o nascer do sol nos degraus das escadarias de Sacré-Cœur (18ème)
66. Frequentar um curso no Collège de France (5ème)
67. Ir numa vernissage da Galerie Kamel Mennour (6ème) para encontrar o artista em pessoa, como Claude Lévêque ou mesmo Daniel Buren
68. Assistir à uma ópera na Opéra Bastille (12ème)
69. Ir ao Louvre (1er), mesmo que seja apenas para sorrir para a Mona Lisa e permanecer na sala dos Rubens
70. Ver Podalydès atuar no Comédie-Française (1er)
71. Passear pelas prateleiras das livrarias La Hune (6éme) ou L'Ecume des Pages (6ème)
72. Ir no Orsay para admirar “Nuit Étoilée” de Van Gogh (7ème)
73. Entrar no atelier de Delacroix na Place de Furstenberg (6ème)
74. Tentar entrar no Château des Brouillards em Montmartre (18ème)
75. Conhecer a Porte de l'Enfer nos jardins do Musée Rodin (7ème)
76. Ter compreendido a Batalha de Austerlitz nos Invalides (7ème)
77. Entrar no metrô pela saída Guimard na Porte Dauphine (16ème) ou pela Othoniel na Place du Palais-Royal (1er)
78. Ter andado entre girafas e elefantes na Galerie de l'Évolution do Musée d'Histoire Naturelle (5ème)
79. Assistir a uma comédia musical no Théâtre du Châtelet (1er)
80. Ter visto no Théâtre des Champs Elysées (8ème) Filarmônica de Viena ou de Berlim
81. Entrar cofres do Banque de France, durante as Jornadas do Patrimônio
82. Levar seus filhos no mais antigo teatro de marionetes de Paris, no rond-point do Champs-Élysées (8ème)
83. Se permitir um domingo de compras na Rue des Francs-Bourgeois (4ème)
84. Comprar um disco de vinil na Crocodisc (5ème)
85. Entrar no Herboristerie do Palais-Royal (Ier) e fazer muitas perguntas
86. Receber o seu chefe numa camisa Charvet (Ier), uma referência da camisaria sob-medida
87. Sair da Colette (1er) com um montão de coisas desnecessárias
88. Querer comprar um filhote de cachorro na animalerie do Quai de la Mégisserie (1er)
89. Assistir a uma missa ortodoxa na Rue Daru (8ème)
90. Dar lances (mas não muitos) na Casa de Leilões Drouot (9ème)
91. Ter tempo para si mesmo no spa do Le Meurice (1er) ou do Plaza Athénée (8ème)
92. Pagar 90 centavos de Euro por um “œuf mayo” no Voltaire (7ème)
93. Ter andado na calçada do Palais de l'Élysée (8ème) e ter sido advertido pela Gendarmerie
94. Encontrar ao menos um motorista de táxi amigável
95. Tomar uma bebida no segundo andar do Le Germain e ver o busto amarelo de Sophie, do escultor Xavier Veilhan
96. Assistir ao ballet da Ópera de Paris e fazer sua reverência "em arco"
97. Confundir as colunas Buren por estátuas, no Palais Royal
98. Experimentar o cabelo subir na cabeça, na sala de eletrostática doPalais de la Découverte (8ème)
99. Escolher e experimentar guitarras nas lojas da Rue de Douai (9ème)
100. Passar ao menos um mês de agosto em Paris

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Os maravilhosos Château Mouton Rothschild


Como sempre faço ao escrever sobre vinhos, deixo claro que não tenho a ousadia de competir com meu amigo e colega de sítio (como a Ana Ramalho chama aqui seu “site”) Reinaldo Paes Barreto – ele sim um grand connaisseur de vinhos e afins – mas de qualquer forma arrisco aqui a sua descrição: o Château Mouton Rothschild fica na Região de Médoc, na cidade de Pauillac e produz um dos melhores Bordeaux e é classificado como um "Premier Grand Cru Classé", a mesma e rara distinção dos Châteaux Margaux, Latour, Lafite Rothschild e Haut-Brion.

E, para completar, resolvi falar sobre os seus rótulos e não sobre o vinho em si, já que além de ser um excelente vinho, o Château Mouton Rothschild é particularmente famoso pelos seus maravilhosos, belos e diferentes rótulos.

Tudo começou quando, em 1945, o Baron Philippe de Rothschild decidiu comemorar a vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial e aí mandou decorar o Mouton Rothschild com um "V" (de vitória) desenhado por Philippe Jullian.

Depois, entre 1946 e 1954, o Baron usou vários pintores ou ainda cartunistas para criar os rótulos até que, a partir de 1955 passaram a ser criados por artistas de renome internacional e que não eram pagos por este trabalho: recebiam em troca vinhos de duas diferentes safras, incluindo aquela para qual eles tenham criado e uma outra de sua escolha.

Entre os astistas que criaram seus famosos rótulos estão Chagall, Miró, Picasso, Braque, Dali, Dufour, Henry Moore, Kandinsky, Andy Warhol, Balthus, entre outros e há também exceções ou características especiais, como:
  • o rótulo de 1953 que celebra o centenário da aquisição do Château
  • o rótulo de 1973 que homenageia Pablo Picasso, morto naquele ano
  • os dois rótulos de 1978 pois não houve acordo sobre o qual seria o mais bonito
  • o escândalo do rótulo de 1993 que usava um trabalho de Balthus sobre uma garota nua e que não foi aceito nos EUA, para onde foi impressa uma série limitada sem o desenho 
  • o rótulo do milênio, em 2000, é uma serigrafia de um carneiro, o emblema do Château
  • o rótulo de 2003, que faz uma homenagem ao Baron Nathaniel de Rothschild, com sua foto











segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Os melhores bares e clubes gays de Paris


O Marais tem bares e clubes adorados pelos gays franceses e também por estrangeiros que visitam a cidade e, com certeza, quem está com viagem marcada ou pensa em ir em breve a capital francesa, não pode deixar de passar por lá. Veja abaixo uma seleção de endereços do mais conhecido bairro gay de Paris e que você não pode deixar de conhecer.

Souffleurs
Bar na linha inferninho, o Souffleurs é pequeno e frequentado por gays, lésbicas e pela comunidade artística. O som varia entre o eletrônico experimental e o rock clássico é ideal para conhecer gente diferente e tomar cerveja. A entrada não é paga e abre todos os dias das 18h00 até às 02h00 da manhã.

7, Rue de la Verrerie
4ème arrondissement
Telefone: 09 64 21 81 33
www.les-souffleurs.com

Duplex
Um dos mais antigos bares gays da cidade, o Duplex é aquele lugar que todo mundo passa em algum momento da noite. Um dos poucos espaços que fica aberto até às 04h00 da manhã aos finais de semana - e até às 02h00 durante a semana. Sempre cheio e ótimo para conhecer gente bonita.

25, Rue Michel Le Comte
3ème arrondissement
Telefone: 01 42 72 80 86
www.duplex-bar.com

Café Cox
Ao mesmo tempo bar e balada, o lugar é dedicado aos ‘muscle bears’, os ‘ursos’ que adoram passar horas na academia. Na faixa dos 30 anos, o público fetichista do lugar é adepto do figurino de couro e látex. As motos congestionam a entrada da casa. Em algumas noites, os descamisados dominam a pista. Aberto até às 02h00 da manhã.

15, Rue des Archives
4ème arrondissement
Telefone: 01 42 72 08 00
www.cox.fr

Bears’den Paris
Como no Café Cox, os "ursos" também tomam conta dessa casa, mas aqui eles estão na faixa acima dos 40 anos e a animação dos frequentadores já ficou famosa em Paris. Funciona até às 05h00 da manhã.

6, Rue des Lombards
4ème arrondissement
Telefone: 01 42 71 08 20
www.bearsden.fr

Raidd Bar
A grande atração do Raidd Bar são as apresentações de go-go boys tomando banho de sunga em aquários espalhados pelo espaço. São dois andares e duas pistas que tocam pop, eletrônico e disco divas. Na casa, também rola shows de sexo ao vivo, vale checar a programação para não ser pego de surpresa. Fica aberta até 04h00 ou 05h00 da manhã, dependendo do dia.

23, Rue de Temple
4ème arrondissement
Telefone: 01 53 01 00 00
www.raiddbar.com

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Os melhores cupcakes de Paris

Imagine quando a melhor técnica de pâtisserie do mundo - a francesa, é claro - se apaixona por uma delícia americana, o cupcake. O fruto desta paixão são os melhores cupcakes da Cidade Luz e, talvez, do mundo: são delicados, pequenos, saborosos e tão lindos de se ver que dá até pena de comer.

Berko
23, Rue Rambuteau, 3ème arrondissement - aberto de terça a domingo, das 11h30 às 20h00, o Berko é o "must" de quem aprecia cupcakes, com uma enorme variedade de sabores, como Oreo, Nutella banana ou ainda caramel au beurre salé.




Cupcakes & Co
25, Rue de la Forge Royale, 11ème arrondissement - aberto de terça a sábado, das 11h00 às 19h00, fica em uma rua pequena e tranquila perto do Faubourg St. Antoine, onde você pode desfrutar os saborosos bolinhos de forma tranquila, aproveitando ao máximo essa sua pause gourmand.




Synie's Cupcakes
22, Rue de l'Abbé Grégoire, 6ème arrondissement - aberto: terça a sábado, 11h às 20h, os cupcakes da Synie são ofertados, todos os dias, em quatro sabores inspirados nas frutas da estação e ainda os clássicos como vanille, chocolate, entre muitos outros que sempre te deixarão com água na boca a cada nova visita.




Scarlett's Bakery
15, Rue Léon Frot, 11ème arrondissement - aberto de terça a sexta-feira, das 11h00 às 18h00 e aos sábados e domingos, das 10h00 às 19h30, onde é impossível resistir ao menos dois diferentes sabores e, apesar de ter sido inaugurada há pouco tempo, acreditamos que tenha um futuro brilhante.




La Cupcakerie
40, Rue Jean-Baptiste Pigalle, 9ème arrondissement - aberta de quarta a domingo, das 10h30 às 19h30, quando você mergulha no mundo mágico da Cupcakerie de Chloe.S, você adentra em um mundo único, mágico, onde desde as toalhas de mesa às bolinhas em todos os lugares te remetem à mais tenra infância. Na La Cupcakerie de Chloe.S tudo é preparado à mão, sem conservantes e sempre com ingredientes orgânicos. E, acredite, para pessoas com diabetes ou que precisem perder ou manter seu peso, há deliciosos cupcakes sem açúcar: uma excelente maneira de saborear essas delícias pequenas sem culpa.



























NOTA DO AUTOR:

Escrevo hoje com o coração pesado pelos recentes atentados em Paris, mas a vida tem que continuar e a melhor forma de mostrar isso é mostrar ao mundo o que a Cidade Luz tem de melhor.

Ainda escrevo hoje com o coração pesado por tudo o que temos visto no Brasil: o descaso com a vida humana, o descaso ao meio ambiente, o descaso da classe política com a população em geral, o caos - por muito tempo anunciado - na economia brasileira que hoje esmaga covardemente não só as camadas menos menos favorecidas, mas também as classes médias e grande parte do empresariado nacional. Isso tem que mudar. E rápido, senão, mais uma vez, o país do futuro vai ser o país que poderia ter sido.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Os melhores sanduíches de Paris

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Segundo o Le Figaro, um estudo espanhol afirma que os consumidores de fast-food apresentam risco 51% maior de desenvolver quadro depressivo e que nada melhor para combater esse risco que comer os melhores sanduíches da capital francesa.

Dessa forma mostramos os melhores sanduíches da Cidade Luz, com seus endereços e telefones. E mais uma vez temos certeza que você vai, com certeza, adorar.

Balt
Sanduíche de queijo fresco apimentado com uma fatia de lomo (embutido espanhol) e queijo de ovelha dos Pirineus.
15, rue Monsigny, 2ème, telefone: 01 44 71 02 58

Aubrac Corner
Pur cru du terroir n°7, baguete com rosbife, tomates, alface e maionese.
37, rue Marbeuf, 8ème, telefone: 01 45 61 45 35

Épicerie Générale
Sanduíche de presunto com queijo fresco, patê de azeitonas e azeite de oliva.
43, rue de Verneuil, 7ème, telefone: 01 42 60 51 78

Gourmet Gourmand
Le Jabugo "Pata Negra", com jamón ibérico na baguete.
12 bis, rue Parrot, 12ème, telefone: 01 46 28 13 50

Flottes and Go
Cocorico, preparado com frango, tomate seco, alface e molho secreto.
2, rue Cambon, 1er, telefone: 01 42 60 00 84

Cosi
Focaccia quente recheada com ricota e nozes, com um toque cítrico.
54, rue de Seine, 6ème, telefone: 01 46 33 35 36

Label Ferme
Sanduíche com presunto, queijo fundido, vinagre balsâmico e azeitonas pretas na baguete.
43, rue Le Peletier, 9ème, telefone: 09 81 33 36 49

Du Bout des Doigts
Finas fatias de carne e creme fresco com raiz forte.
24, rue Feydeau, 2ème, telefone: 01 40 26 16 82

L'Avant-Comptoir

Sanduíche de jamón ibérico com coração de alcachofra e queijo parmesão.
3, carrefour de l'Odéon, 6ème, telefone: 01 44 27 07 97

Jeanne A
Pão ligeiramente tostado, maionese de avocado, frango, finas fatias de chorizo, raspas de limão, azeitonas pretas e tomate seco.
42, rue Jean-Pierre-Timbaud, 11ème, telefone: 01 43 55 09 49

Maison Castro
Sanduíche de chorizo, creme de alcachofras e tomates confitados.
47, rue des Moines, 17ème, telefone: 01 53 11 05 57

Le Petit Vendôme
Jambon à l'os-beurre, com presunto e manteiga.
8, rue des Capucines, 2ème, telefone: 01 42 61 05 88

Causses La Fabrique
Parisien, presunto Prince de Paris, queijo emmental e alface.
55, rue Notre-Dame-de-Lorette, 9ème, telefone: 01 53 16 10 10

Du Pain… et des Crêpes

Sanduíche de presunto Serrano com queijo Comté, alface, cebola, tomate, champignons de Paris, avocado e ciboullete.
Marché des Enfants-Rouges, 39, rue de Bretagne, 3ème, telefone: 01 44 61 70 70

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

As melhores sopas de Paris

Que tal se aproveitássemos que já estamos em novembro e que a temperatura começou a cair para nos reconfortarmos com excelentes sopas quentinhas? Exatamente por isso que apresentamos uma seleção das melhores sopas da Cidade Luz, produzidas com legumes, verduras, carnes, peixes ou aves. Temos certeza que você vai, com certeza, adorar.

Jadis
Peça a soupe velouté craquante
40, Rue Notre-Dame de Lorette
9ème arrondissement
Telefone: 01 48 74 94 31

Le Bar à Soupes
Peça a soupe carottes-ananas-gingembre
33, Rue de Charonne
11ème arrondissement
Telefone: 01 43 57 53 79

Pho Bida Vietnam
Peça a soupe Pho
36, Rue Nationale
13ème arrondissement
Telefone: 01 53 79 01 61

Mémère Paulette
Peça o gaspacho sucré-salé, incluído nos menus
5, Rue Paul Lelong
2ème arrondissement
Telefone: 01 42 36 26 08

Les Cocottes
Peça o velouté de potimarron
135, Rue Saint-Dominique
7ème arrondissement
Telefone: 01 45 50 10 31