segunda-feira, 30 de junho de 2014

Um dia no Marché-aux-Puces

O Marché-aux-Puces de Saint-Ouen, na Porte de Clignancourt (norte da cidade) é, na minha opinião o melhor mercado das pulgas de Paris – e, sem dúvida o maior e mais famoso, é claro.

Suas atividades começaram ao final do século XIX e ele é, na realidade, formado por quatorze pequenos mercados que ocupam uma enorme e labiríntica área onde encontramos de tudo, e é tão grande que, se fôssemos andar por todas as ruas, alamedas, vielas e becos que nele estão contidos, percorreríamos cerca de 15km e contaríamos mais de 2.000 lojas.

Seus “feudos” são assim divididos:

· Antica, de móveis e objetos dos séculos XVIII e XIX
· Biron, de arte asiática e de móveis dos séculos XVII, XIX e XX
· Cambo, que trata do mercado de luxo
· Dauphine, de antiguidades e objetos de segunda mão
· Entrepôt, uma grande espaço com muitas ofertas
· Jules Valles, um achado para quem gosta de pechinchar
· Malassis, que conta com antiguidades e objetos de decoração do século XVII ao XX
· Le Passage, com suas roupas, móveis, livros antigos e ornamentos
· Paul Bert, que tem as mais novas tendências do mercado, mobiliário, objetos de arte e de decoração do século XVII ao XX
· Rosiers, de luminárias e arte do século XX
· Serpette, de objetos de alto luxo
· Vernaison, com antiguidades, objetos científicos, brinquedos e artigos em vidro
· Malik, quase que exclusivamente de roupas e acessórios
· Lecuyer et L'Usine, exclusivamente para os próprios comerciantes.

Quando visito St.-Ouen, vou cedo, logo após o café, para poder garimpar – e pechinchar – à vontade, almoçar e ficar até o final do dia. Para ir de metrô, salte na estação Clignancourt, pegue a Avenue Clignancourt e atravesse a Porte de Clignancourt (engraçado, não?), assim que passar por baixo do Boulevard Périphérique, o mercado estará à sua esquerda.

Confira aqui o site oficial do Marché-aux-Puces de Saint-Ouen:
www.marcheauxpuces-saintouen.com

Para coroar a visita, almocei no Ma Cocotte, um excelente restaurante com décor de Philippe Starck e que já atrai o "tout Paris" para suas mesas.

O Ma Cocotte fica na entrada dos mercados Serpette e Paul-Bert, em um amplo sobrado em estilo industrial, onde a madeira clara e o concreto dominam a paisagem e abrem juntos o caminho para a cozinha que prepara ovos cozidos com maionese de curry, frango "fermier" no espeto ou ainda "hachis parmentier" fondant, o prato referência do lugar.

A carta de vinhos, ao estilo neo-bistrô, foi elaborada por Yannick Papin e dá o toque final ao ambiente que conta com menus de almoço a 24 € e a 29 €.

106, Rue des Rosiers
93400 - Saint-Ouen
Telefone: 01 49 51 70 00
www.macocotte-lespuces.com









domingo, 29 de junho de 2014

Gay Pride 2014 leva milhares às ruas de Paris



Mesmo com a chuva que apareceu de surpresa no ensolarado verão parisiense, a Parada Gay do Orgulho Gay de Paris tomou conta de ruas da capital francesa na tarde de ontem (28).

A parada começou por volta 14h00 e saiu do Jardin de Luxembourg, passando pela Place de la Bastille em direção à Place de la République. A chuva que insistia em cair não tirou o animo dos parisienses e turistas, que capricharam nos figurinos e nos adereços.

Diferentemente das paradas gays brasileiras, nas quais os distintos grupos se misturam, a de Paris é divida em blocos. Assim, gays, lésbicas, drag queens, travestis e transexuais se separam em alas. Da mesma forma, se dividem as associações, ONGs e entidades sindicais LGBT.

Uma das figuras mais marcantes da parada deste ano em Paris foram os travestis e transexuais barbadas. O visual é claramente inspirado na drag queen austríaca Conchita Wurz, a grande vencedora do Eurovision, o famoso festival da canção com representantes de cada país europeu.

No final do percurso da Parada Gay de Paris, na Place de la République, parte dos participantes se dispersaram, mas muitos outros ficaram por lá para aguardar os shows de encerramento do evento. Entre outras, uma das apresentações mais aguardadas foi a da cantora inglesa Tara McDonald, a madrinha desta edição da marcha LGBT. Para a sorte dos participantes, o verão de Paris torna os dias mais longos, só escurecendo na Cidade Luz por volta das 22h00.

Com informações de Ana Ribeiro, do iGay.

sábado, 28 de junho de 2014

Os 114 anos do nascimento de Saint-Exupéry



Amanhã o escritor, aviador e jornalista Antoine Marie Jean-Baptiste Roger de Saint-Exupéry - nascido em Lyon, na França, no dia 29 de junho de 1900 e que se tornaria mundialmente famoso com o livro "O Pequeno Príncipe" - faria 114 anos.

Filho do Conde Jean Saint-Exupéry e da Condessa Marie Foscolombe, Antoine nasceu numa família abastada e teve uma infância tranquila. Quando tinha 4 anos, o pai faleceu e a mãe assumiu a educação dos cinco filhos.

Até o início da guerra, em 1914, a família viveu com uma tia no castelo de Saint-Maurice-de-Rémens, na região de Ain, cheia de bosques, lagos e prados, próximo de um aeroporto. Um dia, um piloto o convidou para um passeio de avião, que ficaria para sempre em sua lembrança.

Saint-Exupéry foi um adolescente sensível e exigente, que começou a imaginar histórias para vencer a solidão. Desde cedo e incentivado pela família, escreveu contos e prosas. Sua mãe ensinou-lhe desenho e música.

Depois de fracassar no teste para a escola naval, Saint-Exupéry conseguiu ingressar na aeronáutica francesa. Pioneiro da aviação comercial, estabeleceu várias rotas entre a Europa, a África e a América do Sul.

Paralelamente aos vários empregos que teve – sempre relacionados com a aviação –, ele se dedicou à literatura. Entre os livros que escreveu estão Correio do Sul (1926), Voo Noturno (1931), Terra dos Homens (1939), Piloto de Guerra (1942) e O Pequeno Príncipe (1943). Esta é sua obra mais conhecida e a única que escreveu para crianças. O próprio autor é responsável pelas ilustrações.

Obra infantil inesquecível para os adultos

O livro conta a história de um piloto de avião que sofre um acidente e cai no deserto do Saara. O aviador fazia a viagem sozinho e precisava consertar a sua máquina em poucos dias, antes que seu estoque de água acabasse. Perdido na imensidão do deserto, o piloto se surpreende ao encontrar um garoto – o Pequeno Príncipe. Aos poucos, descobre a fabulosa história do menino.

Ele morava em um asteroide chamado B-612. Lá, a maior preocupação do Pequeno Príncipe eram os baobás – grandes árvores que poderiam destruir o asteroide.

O garoto precisava arrancar as mudas dos baobás antes que crescessem. Ele decide então vir para a Terra à procura de um carneiro, que poderia comer as mudas dos baobás, poupando-o desse trabalho. Durante a viagem, encontra várias pessoas e animais.

O Pequeno Príncipe representa a criança que todo adulto já foi um dia. Narrando o encontro do piloto com o garoto no deserto, Saint-Exupéry nos conta a história de alguém que redescobre a sensibilidade artística de quando era criança e que foi reprimida pelos adultos.

Saint-Exupéry morreu num acidente de avião sobre a Córsega, a 31 de julho de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, provavelmente abatido pelos alemães.

"Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas você não a deve esquecer. Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa." (extraído de O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry).

Com informações da Deutsche Welle.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Os melhores bares e clubes gays do Marais



O Marais tem bares e clubes adorados pelos gays franceses e também por estrangeiros que visitam a cidade e, com certeza, quem está com viagem marcada ou pensa em ir em breve a capital francesa, não pode deixar de passar por lá. Veja abaixo uma seleção de endereços do mais conhecido bairro gay de Paris que você não pode deixar de conhecer.

Souffleurs
Bar na linha inferninho, o Souffleurs é pequeno e frequentado por gays, lésbicas e pela comunidade artística. O som varia entre o eletrônico experimental e o rock clássico é ideal para conhecer gente diferente e tomar cerveja. A entrada não é paga e abre todos os dias das 18h00 até às 02h00 da manhã.

7, Rue de la Verrerie
4ème arrondissement
Telefone: 09 64 21 81 33
www.les-souffleurs.com

Duplex
Um dos mais antigos bares gays da cidade, o Duplex é aquele lugar que todo mundo passa em algum momento da noite. Um dos poucos espaços que fica aberto até às 04h00 da manhã aos finais de semana - e até às 02h00 durante a semana. Sempre cheio e ótimo para conhecer gente bonita.

25, Rue Michel Le Comte
3ème arrondissement
Telefone: 01 42 72 80 86
www.duplex-bar.com

Café Cox

Ao mesmo tempo bar e balada, o lugar é dedicado aos ‘muscle bears’, os ‘ursos’ que adoram passar horas na academia. Na faixa dos 30 anos, o público fetichista do lugar é adepto do figurino de couro e látex. As motos congestionam a entrada da casa. Em algumas noites, os descamisados dominam a pista. Aberto até às 02h00 da manhã.

15, Rue des Archives
4ème arrondissement
Telefone: 01 42 72 08 00
www.cox.fr

Bears’den Paris
Como no Café Cox, os "ursos" também tomam conta dessa casa, mas aqui eles estão na faixa acima dos 40 anos e a animação dos frequentadores já ficou famosa em Paris. Funciona até às 05h00 da manhã.

6, Rue des Lombards
4ème arrondissement
Telefone: 01 42 71 08 20
www.bearsden.fr

Raidd Bar

A grande atração do Raidd Bar são as apresentações de go-go boys tomando banho de sunga em aquários espalhados pelo espaço. São dois andares e duas pistas que tocam pop, eletrônico e disco divas. Na casa, também rola shows de sexo ao vivo, vale checar a programação para não ser pego de surpresa. Fica aberta até 04h00 ou 05h00 da manhã, dependendo do dia.

23, Rue de Temple
4ème arrondissement
Telefone: 01 53 01 00 00
www.raiddbar.com

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Há 108 anos o primeiro Grand Prix da história do automobilismo acontecia em Le Mans



Em 26 de junho de 1906, aconteceu em Le Mans - cidade que ficaria famosa pela prova 24 horas de Le Mans anos depois - o primeiro GP da história, organizado pelo Automóvel Clube da França, ele teve a participação de 32 pilotos. O húngaro Ferencz Szisz foi campeão, dirigindo um Renault.

Mal havia nascido, o automóvel foi posto a duras provas, especialmente corridas, ganhando seu espaço no mundo esportivo. A primeira competição do gênero foi realizada em 1887, em Paris, apenas um ano após a invenção do automóvel por Carl Benz e Gottlieb Daimler. Em seu primórdios, no final do século passado, o esporte automobilístico tinha como objetivo principal demonstrar a velocidade e a segurança dos carros.

As primeiras provas foram disputadas entre cidades. Em 1894, foi realizada na França a primeira corrida entre Paris e Rouen, organizada pelo jornal parisiense Le Petit Journal. Cento e dois carros inscreveram-se para percorrer o trajeto de 126 quilômetros, mas somente 26 ficaram prontos a tempo e destes, cinco não passaram nos treinos.

Mais velocidade, mais acidentes

Um detalhe curioso do regulamento é que os pilotos eram proibidos de ultrapassar os 12,5 km/h. Dezessete veículos chegaram ao final da prova, vencida pelo francês Lemaitre num Peugeot, que já tinha capacidade para desenvolver uma velocidade considerada perigosa à época: 17 km/h.

Nos anos seguintes, com o aumento da velocidade média permitida no automobilismo, subiu também o número de acidentes, causados por defeitos técnicos e invasão das estradas por pessoas e animais.

Na corrida Paris-Madri, em 1903, por exemplo, cinco pilotos e vários espectadores morreram em atropelamentos, o que levou o governo francês a interromper a prova no final da primeira etapa. Este também foi um dos motivos para transferir as corridas para pistas especiais.

Circuitos fechados

Em 1906, começou um novo capítulo na história do automobilismo. O Automóvel Clube da França organizou o primeiro assim chamado Grand Prix, em Le Mans, o precursor dos futuros grandes prêmios de Fórmula 1. As inscrições limitaram-se aos fabricantes de automóveis, que enviaram seus melhores pilotos e veículos para a corrida.

Foi o primeiro GP realizado em circuito fechado, com 12 voltas (total de 64 milhas) a serem percorridas ao longo de dois dias. Dos 32 pilotos que largaram a 26 de junho de 1906, 11 chegaram à reta final. O húngaro Ferencz Szisz venceu o GP num Renault de 90 cavalos, tendo percorrido 1.236 quilômetros à velocidade média de 101 quilômetros por hora.

No início do século, vários países já possuíam o seu automóvel clube: França, Bélgica, Itália, Suíça, Holanda, Áustria, Alemanha e Estados Unidos. Em 1904, havia sido fundada a Association Internationale des Automobiles Clubs Reconnus, que mais tarde se transformaria na FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

Laboratório da indústria automobilística

A organização criou os regulamentos que deram aos projetistas e construtores a liberdade de desenvolver carros cada vez mais velozes. Foi daí que se originou o moderno conceito de "Fórmula 1", como espécie de laboratório da indústria automobilística.

A pista de Brooklands, na Inglaterra, correspondia bem a este princípio. Construída por Hugh Locke King em 1906, ela tinha como objetivo permitir que a indústria britânica testasse seus novos modelos em competições de alta velocidade (até 160 km/h).

Cinco anos depois da estreia em Le Mans, o automobilismo mundial ganharia outro de seus clássicos. A primeira edição das 500 Milhas de Indianápolis, em 1911, foram vencidas por Rov Harroun, pilotando um Marmon a 120 km/h. A partir de 1934, com a ascensão de Adolf Hitler ao poder, a Alemanha passou a participar das corridas com a Mercedes-Benz e a Auto Union (hoje Audi), com motores capazes de atingir 300 km/h.

Inovações alemãs

Os alemães também introduziram diversas inovações nas corridas, como chassi tubular, amortecedores hidráulicos e rodas de dimensões diferentes. Foi nessa época que surgiram pilotos talentosos como Tazio Nuvolari, Hans von Stuck, Bernd Rosemeyer e Carlo Pintacuda.

Em 1950, foi disputado o primeiro Campeonato Mundial de Pilotos, que deu origem ao atual Campeonato de Fórmula 1. O primeiro campeão foi o italiano Giuseppe Farina, que corria pela Alfa Romeo.

Com informações da Deutsche Welle.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Fondation Louis Vuitton abre em outubro

Imagem de computador mostra o prédio da Fondation Louis Vuitton, em Paris Foto: Divulgação
Imagem de computador mostra o prédio da Fondation Louis Vuitton: Foto: Divulgação
Segundo informações do jornal O Globo, após oito anos de espera, a Fondation Louis Vuitton já tem dada para abrir: 26 de outubro. O anúncio foi feito por Bernard Arnault, presidente da LVMH. Localizado no Bois de Boulogne, uma das maiores áreas verdes de Paris, o museu tem a assinatura do renomado arquiteto americano Frank Gehry.

"É um pequeno retorno que damos ao público e aos nossos funcionários", disse Arnault ao canal de TV francês TF1. Maior conglomerado de luxo do mundo, a LVHM controla, além da Louis Vuitton, grifes como Dior, Givenchy, Bulgari e Moët & Chandon.

A Fondation Louis Vuitton abrigará espaços para exposições temporárias e permanentes, além de um auditório para performances. A programação completa ainda será divulgada, mas o museu já confirma uma mostra sobre o projeto de Frank Gehry, que ficará exposta até 5 de janeiro de 2015.



terça-feira, 24 de junho de 2014

Caverna de Chauvet, na França, é agora Patrimônio Mundial da Unesco

Parte da caverna de Chauvet, em Vallon Pont d'Arc, no sul da França, vira Patrimônio Mundial da Unesco (Foto: AFP PHOTO/JEFF PACHOUD)
Parte da caverna de Chauvet, em Vallon Pont d'Arc, no sul da França. Foto: AFP

Segundo informações da AFP, a Caverna de Chauvet, onde se encontram as pinturas rupestres mais antigas e conhecidas até hoje, entrou neste domingo (22) para a lista do Patrimônio Mundial da Unesco, anunciou o comitê desta agência das Nações Unidas em Doha.

A imensa gruta, situada 25 metros abaixo da terra em uma colina calcária do sul da França, "é um testemunho único e excepcionalmente bem conservado", segundo o texto do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco.

"Os vestígios arqueológicos, paleontológicos e artísticos da gruta ilustram, como nenhuma outra do começo do Paleolítico superior, a frequência das cavernas para práticas culturais e rituais", destaca o texto.

A caverna, que permaneceu fechada por 23 mil anos devido a um deslizamento de rochas e foi redescoberta em 1994 por três espeleólogos – Jean-Marie Chauvet, Christian Hillaire e Eliette Brunel –, contém mais de mil desenhos, uma expressão excepcional da primeira criação artística do homem durante o Paleolítico superior, há 36 mil anos.

Os desenhos feitos na rocha incluem uma espécie de zoológico gráfico constituído por 435 representações, que mostram 14 espécies: ursos, rinocerontes, um leão, uma leoa, uma pantera, bisões, etc. Nas paredes da caverna, também é possível observar umas dez mãos em negativo e positivo, representações do sexo feminino e, ao fundo, o desenho excepcional do corpo de uma mulher ao lado de um bisão.

A caverna, conservada de forma excelente e muito maior que a gruta francesa de Lascaux (cujas obras têm entre 17 mil e 18 mil anos de idade), conta com inúmeras salas e galerias ao longo de 800 metros, e de até 18 metros de altura.

Ao contrário de Lascaux, descoberta em 1940 e deteriorada pelo dióxido de carbono gerado pela respiração dos visitantes, a caverna de Chauvet nunca foi aberta ao público. Uma cópia criada na região e batizada de "Caverna do Pont-d'Arc" permitirá admirar as riquezas da cavidade original.

Neste projeto, pintores, escultores, agências de arquitetos, cenógrafos e empresas de construção colaboraram para criar em escala real e em 35 mil metros os melhores aspectos da gruta original. Esta réplica deve ser aberta ao público em 2015.