
Durante a época que esteve no Brasil, de 1816 a 1831, Debret, com os seus traços do neoclassicismo, retratou com detalhes históricos únicos o Brasil desta época: desde a Corte Portuguesa recém instalada (dez anos) por aquelas bandas à nova Corte do proclamador da independência, Dom Pedro I, quase nada passou despercebido.
Tanto que ao retornar à França, publicou, entre 1834 e 1839, a coleção “Voyage Pittoresque et Historique au Brésil”, que documentava os aspectos do homem, da natureza e da sociedade no Brasil.
Mas o livro apenas me serve de desculpa para o fato de que manhã parto para uma breve estada no Brasil e que deve afetar sutilmente a periodicidade da nossa Rive Gauche - mas tomei precauções e alguns artigos cujo conteúdo é atemporal já estão prontos.
Espero ter, como Debret, uma viagem produtiva e prometo que em 10 dias a coluna retorna ao seu ritmo normal.
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